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História do Fusion


O casamanto do jazz e do rock surgiu a partir das experiências de grupos pop no final dos anos 60. Enquanto destacados músicos de rock testavam novos sons, alguns jovens jazzistas faziam o mesmo, adicionando ritmos e tonalidades de rock a suas melodias de be-bop.
No lado pop, grupos como Blood-Sweat & Tears, Sly & the Family Stone, Chicago, e The Eletric Flag utilizavam nipes de metal nas suas composições. Até mesmo o Cream era considerado um grupo bastante "jazzístico", graças às improvisações ddo trio durante suas apresentações ao vivo.
Alguns marcos deste começo incluem In A Silent Way e Beatches Brew de Miles Davis (ambos com a participação de John McLaughlin), os primeiros discos do Weather Report no começo dos anos 70, e também o trabalho de Larry Coryell com Chico Hamilton e o vibrafonista Gary Burton. Com McLaughlin, Coryell, Carlos Santana e alguns outros guitarristas (John Abercrombie, Jerry Hahn), o jazz-rock explodiu no começo dos anos 70 tornando-se uma das maiores forças musicais da década, especialmente entre guitarristas.
Um álbum que constitui um marco deste início do jazz-rock é o disco Spaces de Larry Coryell, lançado em 1970, que também conta com a participação de John McLaughlin. Apesar de ainda usarem uma tonalidade limpa, eles já faziam experiências com texturas e ritmos de rock especialmente na faixa título "Spaces".
Ainda mais fundamentais são os álbuns Inner Montain Flame, de 1972 e Birds Of Fire, de 1973, ambos da Mahavishnu Orchestra de McLaughlin que solidificaram o gênero jazz-rock.
Ao invés de uma guitarra semi-acústica, McLaughlin usa uma Gibson Les Paul Custom e uma ES-1275 de braço duplo ligadas em uma Marshall, inserindo um pouco de rock pesado na sonoridade do fusion. O resultado foi revolucionário, como se constata, por exemplo, nas obras-primas "Birds Of Fire" e "Meeting Of The Spirits".
No centro de toda esta revolução estava a impressionante técnica do virtuoso McLaughlin que, dez anos antes de uma entidade do "shred" aparecer chamada Yngwie, já estava gastando o braço da guitarra com sua técnica incrível e modificando para sempre a história da guitarra. Ele é ainda hoje considerado o maior guitarrista de fusion de todos os tempos. Outro famoso guitarrista de fusion da década foi Jeff Beck, que por sinal não tocava fusion.
A guitarra aventureira de Beck já havia definido o pré-psicodelismo britânico com os Yardbirds e também ajudou a inventar o heavy metal no fabuloso Jeff Beck Group, que ainda tinha vocal de Rod Stewart. Mas discos como Birds Of Fire e Spectrum (este do baterista Billy Cobham) lançado em 1973, viraram a cabeça de Beck: os dois álbuns eram incendiados por intensos solos do Moog de Jan Hammer e este som levou Beck a largar o rock em busca do cálice sagrado chamado fusion, durante uma boa parte da década seguinte.
O primeiro resultado desta procura foi uma obra-prima instrumental chamada Blow By Blow, de 1975, que inclui clássicos como "Freeway Jam" e a bonita balada "Cause We've Ended As Lovers" que alavancaram o disco à quarta colocação na relação dos discos mais vendidos da Billboard. No ano seguinte, Jeff Beck se juntou a Jan Hammer para criar outra obra prima: Wired.
Em destaque, a faixa "Blue Wind", que mostra o lado pesado do fusion e uma reedição de Goodbye pork Pie Hat" de Charles Mingus, onde Beck encara um autêntico clássico do jazz, com muito bom gosto. Por volta de 1976, o estilo fusion ganhava terreno com muita rapidez. E por falar em rapidez, outro titã da guitarra estava surgindo nesta época: Al Di Meola.
Al Di Meola havia entrado para a banda fusion de Chick Corea, o Return To Forever aos 17 anos de idade, para então deslanchar a sua carreira solo, logo após ter completado 20 anos em 1976. No ano seguinte, Al Di Meola lançou Elegant Gipsy, o disco que inclui o histórico dueto acústico com o guitarrista flamenco Paco de Lucia na música "Mediterraneam Sundance".
Apesar disso, Al Di Meola contruiu sua carreira como solista na guitarra elétrica, combinando a técnica veloz de McLaughlin com um meticuloso senso de limpeza e uma vertente latina. A roqueira "Race With The Devil On Spanish Highway" é um grande exemplo de Al Di Meola, durante este período. Seus riffs são parte rock, parte fusion e parte flamenco, e com uma velocidade e limpeza nunca antesouvida. Por isso, e durante um bom tempo, ele foi considerado o melhor guitarrista do planeta. Mas também havia outros grandes guitarristas de jazz-rock naquela época.
Na costa oeste dos EUA, Larry Carlton, um guitarrista de estúdio, contribuiu com seus solos de extremo bom gosto em uma variedade de projetos do Steely Dan, incluindo o álbum Royal Scam, de 1976. Entre outros guitarristas que cunharam a escola de fusion da Califórnia estavam Lee Ritenour e Robben Ford, este último um guitarrista de alma blues que mais tarde tocou com Miles Davis, Yellow Jackets e que formou a sua própria banda chamada Blue Line.
Outro novo mestre daquela época foi Pat Metheny, que usava uma guitarra semi-acústica com a tonalidade clara e limpa de jazz, mas que também compunha rock, pop e música ambiente pré New Age que colocou o fusion em um dos primeiros guitarristas a utilizar o pedal chorus com eficiência. Dois outros gênios do fusion surgiram no final dos anos 70: Allan Holdsworth e Steve Morse.
O primeiro já havia sido membro de diversos grupos - Tempest, Gong, Soft Machine, New Lifetime (do baterista Tony Williams), Jean luc Ponty - antes de chamar atenção do público com o seu trabalho na banda de rock progressivo U.K. e no grupo de fusion Bruford (liderado pelo outrora baterista do Yes e do King Crimson Bill Bruford e que tinha ainda o grande baixista Jeff Berlin). O grupo lançou dois discos com Holdsworth, Feels Good To Me (1977) e One Of A Kind (1979), verdadeiras amostras da técnica de legato de Allan.
Na música "Three Sheets To The Wind", por exemplo, ele toca frases dignas dos grandes saxofonistas de jazz mas aplicando um transparente ataque de legato com uma velocidade de um violinista clássico. Allan Holdsworth influenciou uma geração inteira de guitarristas de rock que inclui Alex Lifeson do Rush e Eddie Van Halen, cujo solo em "And The Cradle Will Rock..." teve Allan como fonte inspiradora.
Por outro lado, Steve Morse era uma mistura de influências, misturando rock, jazz, fusion, country, blues, funk e clássico no seu grupo Dixxie Dregs. Com uma técnica de altíssima qualidade, Morse foi provavelmente o primeiro guitarrista a combinar a técnica de McLaughlin e Al Di Meola com o funk/blues/rock de Jeff Beck.
No final dos anos 80, o incêndio causado pelo fusion começava a se apagar e o público direcionava a sua atenção para novos estilos como o New Age e o minimalismo do pop sintetizado, enquanto o fusion, por sua vez, decaía em um marasmo de grupos Pop liderados por Spyro Gyra, Jeff Lorber Fusion, Grover Washington e os Crusaders.
Um foco que surgiu na forma de pós-fusion, um som urbano que tomava os conceitos do jazz-rock e os encaixava em pesadas batidas de funk: após um hiato de seis anos, Miles Davis retornava a cena em 1981 para lançar The Man With The Horn. O ponto chave deste álbum era a faixa "Fat Time", uma composição de Davis, feita sob medida para a nova estrela de sua banda: Mike Stern, um guitarrista cabeludo com equipamento pesado e suficientemente atrevido para subir no mesmo palco de uma lenda do jazz, empunhando uma Stratocaster!
Os críticos de jazz arrasaram o jovem guitarrista, mas a força de sua guitarra, como pode ser constatada nesta faixa, calou a boca de todos eles. As suas frases falavam o idioma "bop" mas a sua tonalidade gritava "rock and roll", e esta fórmula ajudou Mike a se tornar um dos líderes da era pós-fusion, uma posição por ele até hoje mantida.
Também um discípulo de Miles, John Scofield ganhou fama por sua pegada funk/blues e pela atitude inteligente com relação aos solos. Como pode ser visto em "Protocol". Wolfgang Muthspiel deve muito de sua inteligência musical a Holdsworth e Scofield, embora tenha ele mesmo desenvolvido sua influência própria.
O virtuosismo dos guitarristas de fusion originais pode parecer muito complexo e até mesmo um elemento alienígena para o ouvido daqueles que cresceram com a música dos anos 90. Mas naquela época, estes verdadeiros fenômenos produziam os melhores sons de guitarra da Terra.
Se você ainda não está familiarizado com estes monstros de ontem, você pode estar deixando escapar uma época de ouro da guitarra. Por isso desenvolvemos pequenos exemplos que o(a) ajudará a iniciar-se nesse universo Fusion.
Ao concluir todo o Conteúdo Programático e realizar todas as avaliações práticas, você recebe o Certificado de conclusão do Curso Online Estilo Musical Acoustic Fusion.

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Conheça a dmsuchouse na opinião dos alunos

Ruiming Zheng
Gan Dong - China

Fiquei impressionado, pois com apenas 6 Aulas consegui tocar minhas primeiras músicas brasileiras. Antigamente, achava que precisaria muitos meses para tocar o violão e guitarra. Depois que conheci o sistema e-learning D' Music House, percebi que se trata de um Curso de alta qualidade e de resultados.


Confira a reportagem na revista Info em matéria especial da dmusichouse

Edler V. Novais
São Paulo - Capital

Sempre quis entender a arte de tocar bem e solar como os famosos guitarristas fazem. Quase desisti de fazer um curso, ora por falta de tempo, ora pelas mensalidades fora do orçamento, até que um amigo me indicou essa maravilhosa escola on-line que é a D'Music House. Hoje, até leio em livros de partituras, pois as notas ali, que antes não passavam de "bolinhas", são hoje notas musicais. Sou funcionário público e não vejo a hora de chegar em casa para acessar as aulas.

Renato Lucce
Curitiba - PR

O curso da D’Music House simplesmente deu a base que necessitei para ser músico profissional. Atualmente estou no meu 4º CD. Já toquei várias vezes na TV Educativa, TV Transamérica e TV Cultura. Tenho também várias de minhas músicas tocando na Rádio Cultura, Rádio Lumen e Rádio Transamérica Light.


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